Qual vida vale mais?

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Qual vida vale mais?

A minha, a sua, ou a de seus pais?

A de um estrangeiro, a de um vizinho, de um filhote no ninho, ou tanto faz?

De um governador, de um senador, ou a vida de um trabalhador?

Diga-me então, qual vida vale mais?

A vida de um policial, de um condenado, de um soldado ou de um advogado?

Vale mais a vida de um animal selvagem ou de um animal domesticado?

De um manguezal, de uma flor no vaso, ou esses nem vem ao caso?

Afinal, quem pode morrer?

Rico, pobre, “playboy”, ou traficante?

Adultos corruptos, adolescentes infratores, crianças que moram nas ruas, ou qualquer infante?

Estuprador, escritor, um diretor, ou um professor?

Um doente, um idoso, traidor ou um matador?

Afinal… Qual vida vale mais?

Quem é capaz de me responder? Pois eu não tenho esse poder…

No entanto, antes de qualquer coisa, eu me perguntaria: porque essa mesma pergunta precisa ser feita?

Qual vida vale mais?

Parece que se a vida é contraste,

Na morte somos todos iguais!

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