A relação entre o desenvolvimento de si, do diálogo, e do conhecimento [VÍDEO]

Sem diálogo, sem ensino, não há o desenvolvimento do conhecimento.

Canal desenvolvido para pensarmos conceitos, questões e situações cotidianas sob novos ângulos.

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Meus sinceros agradecimentos e estatísticas do blog em 2017

Estatística do blog

Gostaria de agradecer profundamente aos leitores e seguidores do blog e de meu trabalho. Em 2017 o blog recebeu mais de 1.000 visitas por mês, demonstrando que está crescendo.

Atualmente sigo na empreitada de divulgar os conhecimentos da psicologia, filosofia e psicanálise em bom português para profissionais e todos os interessados e afins. Acredito que estes saberes são fascinantes e de grande contribuição para a vida cotidiana.

Além da escrita, estou desenvolvendo vídeos em meu novo canal do YouTube.

Para dar seu apoio e incentivo, INSCREVA-SE e receba as atualizações em https://www.youtube.com/channel/UCpDFGZEmtcu8JP9nqpXigGg

e a página no Facebook: https://www.facebook.com/psicologiaeavidacotidiana/

Aceito sugestões e considerações para aprimorar este trabalho.

Um forte abraço e um ótimo 2018!

Alexandre V. Brito

 

Réveillon e a possibilidade de novos fôlegos

O RÉVEILLON é a oportunidade de novos fôlegos, testemunhando a importância da transitoriedade das coisas em nossa vida cotidiana. Vale ressaltar que nossas promessas e superstições precisam de nossa implicação, esforço e dedicação para se realizarem.

Curtiu? Compartilha e não se esqueça de se INSCREVER para apoiar e incentivar novos vídeos. Veja também o vídeo sobre a procrastinação.

Me. Alexandre V. Brito

Psicólogo clínico/ Palestrante

CRP 16/2808

Aulas ou palestras? Entre em contato (27) 99943 1968

A alegria do Natal e os afetos da fé, amor e esperança

 

Preparei esse vídeo especial de natal com o carinho que tenho por todos que acompanham meu trabalho!

O Natal é uma excelente oportunidade para encontros alegres, reunir familiares e amigos. Além disso, exercitamos a simpatia e a empatia. Mas, em particular, o espírito natalino convoca a presença da fé, do amor e da esperança.

Desejo a todos(as) excelentes encontros, alegrias e reflexões.

Curtiu? Compartilha e inscreva-se no novíssimo canal do YouTube para mais vídeos.

Alexandre Brito

Você convive com um GRUPO ou EQUIPE?

Grupo EquipeAlguns momentos são fundamentais para definir se estamos em grupo ou equipe. Basta uma crise para percebermos se nos encontramos sozinhos ou não.
No GRUPO há grandes chances de você se sentir solitário, independente do número de pessoas ao seu redor. As pessoas agem de forma a cumprir prioritariamente as suas questões particulares e, por vezes, entram em confronto em uma competição individual. Prevalece o EU. Há apenas reunião.
Em EQUIPE há um comprometimento com o outro e com o todo. As pessoas não deixam de contribuir umas com as outras e há uma maior segurança entre elas e espaço para a confiança diante das adversidades. Quando se está em uma equipe, mesmo sem a presença das pessoas, poucas vezes há o sentimento de solidão. As finalidades são coletiva e as particularidades se somam. Prevalece o NÓS. Há a união.
Vale ressaltar que é possível que grupos se tornem equipes e vice-versa. Geralmente são excludentes, mas podem oscilar.
É importante esclarecer estes conceitos enquanto parâmetro para análises e desenvolvimento interpessoal nos espaços de convivência.
Compartilhe com seus grupos e equipes!
Me. Alexandre Vieira Brito
Psicologo / palestrante
CRP 16/2808
Entre em contato pelo (27) 999431968

Considerações sobre (não) saber escutar: três renúncias

saber escutarSaber escutar é um exercício que está na contramão de nossas tendências egoístas. Vivemos em um mundo em que poucos sabem ou aceitam perder, mas para escutar devemos fazer, no mínimo, três renúncias:
1) Renunciar a si mesmo. Sendo assim, para escutar é preciso abrir mão e dar uma trégua de seus valores, julgamentos, preconceitos, verdades e opiniões. Evita-se, assim, dois monólogos.
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2) Renunciar ao poder. Não basta ouvir o outro para, no final das contas, tentar criar uma hierarquia baseada em certo ou errado, direito ou torto, ou usar a abertura que se fez para tentar manipulações. É preciso humildade sincera e suspender qualquer tentativa de “dar lições” ao final da conversa.
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3) Renunciar ao medo. Buscar suspender o medo (ou pavor) do que se ouve ao dar oportunidade de alguém se expressar é fundamental. Por vezes, antecipamos a fala do outro por temor de ouvir o que não queremos saber, de ver o que não aceitamos enxergar.
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Saber escutar não é simples ou fácil, e exige demais de um bom ouvinte. Demanda muito esforço, prática e atenção. Basta aprender com as crianças.
Veja o vídeo desse tema através do meu canal no YouTube:
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Me. Alexandre Vieira Brito
Psicologo clínico / palestrante
CRP 16/2808
(27) 999431968

Os psicólogos podem atender seus amigos ou familiares?

psicologoO atendimento psicológico clínico distingue-se da grande maioria das demais profissões por envolver intimidades, manejo dos afetos, dos segredos e de verdades. O fundamental é o laço que se estabelece entre profissional e paciente, que não pode se confundir com amizade ou função familiar (como tutela, apadrinhamento, maternidade, paternidade, etc.).
Do mesmo modo que é vetado ao profissional o envolvimento permitido em ambiente familiar e entre amigos, é praticamente impossível um familiar atuar como psicólogo em sua própria família. São posições muito distintas.
Além disso, durante um tratamento psicológico pode ser necessário convidar os familiares de seu paciente (principalmente no caso de crianças) e o lugar que o sujeito ocupa em diferentes espaços, e a intervenção do psicólogo deve ser sem impedimentos, seja nas pontuações que possam incomodar ou confortar.
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Cautela: o profissional de psicologia não é um aconselhador ou alguém que pode resolver sofrimento ou dificuldades com alguns minutos de conversa. São anos de estudo e experiência para realizar as intervenções necessárias em condições adequadas. Podemos usar a imaginação e comparar esse caso com alguém que está com fortes dores de dente e pede que um primo dentista arranque-lhe os dentes na mesa de jantar, numa tarde de domingo, para aliviar logo sua tortura. Negar o atendimento pode ser sinônimo de prudência e não de incompetência.
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O profissional da psicologia possui capacidade para avaliar suas escolhas a partir da regulamentação de sua profissão, e atender seus familiares ou amigos pode causar prejuízos ao tratamento justamente por ser parte daquilo que lhe foi solicitado tratar.
Afinal, nunca sabemos o alcance de nossas influências entre amigos e familiares e o profissional não está imune a isso. Importante ressaltar que assim preservamos os vínculos sem prejuízos maiores, além de evitarmos alguns riscos como as cobranças, “misturar as coisas” ou no desenvolvimento de paranoias (pode surgir a ideia de que após o início do tratamento “todos estão falando de mim e sabem o que eu disse na sessão”). Além das possíveis dificuldades em realizar os contratos e cobranças financeiras, culminando em uma “corda bamba”.

cordaSão alguns exemplos, pois as contraindicações são extensas, e maiores dúvidas deixe nos comentários.

Por fim, ressalto que o profissional pode dar dicas para amigos e familiares diante de demandas e percepções, realizar indicações, se aproximar para encaminhá-los aos serviços adequados, esclarecer dúvidas, sem se envolver com eles de outra forma senão como e apenas um bom amigo ou familiar. E isso pode ser um alívio para todos…
Me. Alexandre Vieira Brito
Psicologo clínico / palestrante
CRP 16/2808
(27) 999431968